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Blog da Rô

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teste

Publicado por Teologia e Mulheres em 25/10/2017

Nossa série continua. A Reforma Protestante do séc. XVI possibilitou, entre outras coisas, o retorno à Escritura, o livre acesso do leigo ao conhecimento da Palavra de Deus. 
Até então, o povo não tinha a Bíblia em mãos, dependendo apenas do que o sacerdote ministrava no templo. Com as traduções na língua dos mais simples e na distribuição das Escrituras com o advento da imprensa, a Bíblia deixou de ser um item exclusivo do clero para estar acessível a todos. Esta é uma herança importante da Reforma. Não podemos deixar de considera-la, agradecendo ao Senhor da Igreja por isso! Se não fosse a Reforma, não teríamos a Bíblia como a temos hoje.
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TESTE

Publicado por Teologia e Mulheres em 13/10/2017

Dicas de beleza. Elas são muito populares, não é? Apenas faça uma rápida pesquisa no Google e acessará instantaneamente dicas de beleza que prometerão te fazer mais bonita (em 5 minutos!). O que você acha desses links: “25 dicas de beleza para fazer você parecer uma milionária” ou “44 dicas de beleza para garotas preguiçosas”?
Espere – 44 dicas? Para garotas preguiçosas? Se eu fosse preguiçosa, como eu teria tempo para quarenta e quatro dicas de beleza?
Desculpa, mas achei esse último simplesmente hilário.
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Postagem de teste.

Publicado por Teologia e Mulheres em 11/05/2017


Dicas de beleza. Elas são muito populares, não é? Apenas faça uma rápida pesquisa no Google e acessará instantaneamente dicas de beleza que prometerão te fazer mais bonita (em 5 minutos!). O que você acha desses links: “25 dicas de beleza para fazer você parecer uma milionária” ou “44 dicas de beleza para garotas preguiçosas”?
Espere – 44 dicas? Para garotas preguiçosas? Se eu fosse preguiçosa, como eu teria tempo para quarenta e quatro dicas de beleza?
Desculpa, mas achei esse último simplesmente hilário.
De todo jeito, eu concordo que muitas dessas dicas podem ser úteis (OBS: eu quero abraçar a pessoa que inventou o shampoo a seco!), mas elas também podem nos decepcionar.
Quando a beleza física se torna o centro de nossa vida, nos colocamos automaticamente numa situação que nos levará, após algum tempo, à decepção.
Eu me lembro de sozinha tentar uma “rápida e fácil” dica de beleza durante o ensino médio. Essa dica estava muito na moda (e ainda está, eu acho), eu pensei que essa fosse a resposta para todas as minhas inseguranças quanto a minha beleza.
Compartilhei toda essa história no capitulo 8 do nosso livro, Girl Defined. (Talvez você já conheça, logo vou encurtá-la nesse post).
Eu sempre tive um cabelo extremamente fino. Como papel: fino e fibroso. Ansiava por um cabelo longo e cheio. Sonhei que tinha um cabelo como os das propagandas de TV e poderia quase me imaginar atuando nesse comercial perfeito.
E olha só! Não estava nem um pouco perto de ter o cabelo dos comerciais.
Ao invés de estar me esforçando para desenvolver um coração grato diante de Deus, eu decidi fazer as coisas do meu jeito.
Depois de algumas ligações rápidas, estava no meu caminho em busca do cabelo longo e loiro. Após ficar sob os cuidados de um suposto profissional treinado, meu sonho finalmente se tornou realidade! Grande. Cheio. Brilhante. Pantene Pro-V ganhou vida! Eu não poderia acreditar!
Também não poderia sequer ver a extensão de cabelo trançada em baixo do meu cabelo. Parecia tão natural.
Algumas semanas se passaram e meu cabelo dos sonhos parecia maravilhoso. Eu empinei o nariz e curti os olhares vindos dos rapazes bonitos.
Justamente enquanto eu estava no auge da satisfação em mim mesma, tudo desmoronou.
Esse truque de beleza se tornou um desastre.
Encurtando a história (é muito difícil contar o que aconteceu sem todos os detalhes!), a trança em baixo do meu cabelo se transformou em um grande nó. Depois de horas tentando desfazê-lo, nada funcionou. Eu tentei tudo – óleo, maionese, sabonete, pentes finos – pode citar qualquer coisa, eu tentei.
Sem sucesso.
Depois da minha crise de choro, minha mãe precisou cortar um enorme nó de cabelo! No final, eu perdi um terço do meu (já pouco) cabelo natural. Sem mencionar o corte de cabelo esquisito que eu adquiri.
Finalmente, minha paixão por parecer linda se tornou em um pesadelo.
A aparência física se tornou um ídolo em minha vida, que acabou me custando tudo. Eu estava idolatrando. Para parafrasear algo que alguém uma vez falou: “Todos os ídolos requerem sacrifícios, então tenha certeza que você está adorando no altar do Único que é digno de seu sacrifício.”
A experiência com essa dica de beleza me ensinou muito. De fato, eu aprendi duas lições de vida muito valiosas que atualmente estão no nosso livro. Aqui está exatamente o que compartilhei no capitulo 8 do livro Girl Defined:
Lição #1: Desejar um cabelo bonito (ou qualquer outra coisa) não é o problema. O problema se enraíza quando esse desejo se torna o meio de encontrar ou medir o seu valor e aceitação.
Lição #2: Uma mulher se sentirá contente com sua aparência física apenas quando ela parar de basear seu valor ou dignidade pela opinião das outras pessoas, e começar a viver para agradar a Cristo.
Como eu continuo no meu livro Girl Defined:
“Uma das maiores razões pelas quais nós, como mulheres, nos sentimos inseguras com nossa aparência física é porque tiramos nossos olhos de Cristo apenas para colocá-los em nós mesmas. Nós nos tornamos “auto-focadas” em vez de centradas em Cristo.
Essa é a raiz de todas as inseguranças.
A coisa mais louca é que frequentemente nós fazemos isso sem sequer percebermos. Graças ao nosso coração pecaminoso. Nós estamos constantemente batalhando contra nossa carne, que ama ser egocêntrica. “porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.” (1 João 2:16).
Vivemos em uma cultura que eleva a beleza física como um fator definitivo para o dar valor e dignidade às mulheres. Através das revistas, outdoors, clipes de música e filmes, somos alimentados pela mentira que mulheres bonitas valem mais. A beleza física é a resposta para nossa felicidade feminina.
Esse é o porquê nossa cultura moderna é obcecada pelas dicas de beleza.
Infelizmente, ainda que as dicas de beleza sejam “rápidas e fáceis”, se nós estamos definindo nosso valor em nossa aparência externa nunca o encontraremos verdadeiramente. Não completamente. Não por muito tempo.
Como garotas cristãs, nós precisamos ver acima do glitter e glamour e nos perguntar: Se beleza física é a resposta para nossa felicidade, por que tantas mulheres lindas estão tristes? Por que muitas modelos e estrelas de cinema estão com depressão?
A resposta se encontra na Palavra de Deus, e é simplesmente essa: O valor verdadeiro e a verdadeira dignidade não podem vir de nós mesmos – eles vêm do nosso Criador.
Se você está cansada de se sentir menosprezada, feia, e sem valor – está na hora de você fazer o que eu tive que fazer: tirar o seus olhos de si mesma.
A dica número 1 que toda garota cristã precisa saber não é um novo creme facial, novo corte de cabelo ou batom. É simplesmente isso:
A confiança e segurança duradoura apenas podem vir quando você parar de olhar pra si mesma e colocar seus olhos em Cristo. Somente quando a glória de Cristo é o centro de sua afeição e adoração você será verdadeiramente satisfeita.
Eu quero encerrar com as mesmas palavras de encorajamento que eu escrevi no capítulo 8 do nosso livro:
Deus te criou para parecer justamente como você é. Ele criou seu corpo com propósito e amor. Permita sua mente ecoar as palavras do salmista: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem;”
No momento em que você tirar seus olhos de si e os colocar em Cristo, seu coração se contentará com sua beleza exterior porque você estará vivendo para agradá-lo. Não é mágica. Não é complicado.
Pelo contrário, isso é realmente simples.

Olhe para Cristo. E quando você olhar, sua aparência física irá desaparecer em segundo plano, e sua vida se encherá da verdadeira beleza e da duradoura segurança, gratidão e confiança.
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Postagem de terte

Publicado por Teologia e Mulheres em 13/01/2017

Minha melhor ostagemmm[left-sidebar]
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“COMO SE TORNAR UMA GAROTA PIEDOSA” POR KRISTEN CLARK

Publicado por Teologia e Mulheres em 22/11/2016

Eu estava em um casamento recentemente e percebi o quão bonito o bolo de casamento da noiva era. Ele não só parecia bom, mas o gosto era muito bom também. Mas o bolo não foi dessa forma desde o início.
Um dia antes do casamento não era nada mais do que uma pilha de farinha, açúcar, ovos, manteiga, etc. A fim de obter o resultado final surpreendente que foi exibido na recepção do casamento, alguém tinha de seguir cuidadosamente as instruções da receita.
Se alguma coisa fosse deixada de fora, ou se muito de um ingrediente fosse adicionado, o bolo teria sido um desastre.
A vida real funciona da mesma maneira. Como uma jovem cristã, você está colocando determinados ingredientes em sua vida diariamente. Você vê as mulheres piedosas mais velhas e espera que se torne como elas um dia.
Mas você está usando os ingredientes certos para chegar lá? Você está seguindo a receita de Deus para uma menina piedosa e bem sucedida? Ou, você está enchendo o seu coração e mente com ingredientes do mundo?
Quando eu era jovem, uma senhora disse à minha mãe que desejava que sua filha viesse a ser como eu, algum dia. Conforme os anos passaram, sua filha tomou um caminho muito diferente do que a mãe esperava. O que aconteceu? A filha não estava colocando os ingredientes certos em sua vida quando ela era jovem, para obter o resultado de uma mulher de Deus quando ela fosse mais velha. Tornar-se uma menina piedosa não vai acontecer por padrão. A fim de colher os resultados certos, você tem que usar intencionalmente os ingredientes certos. E isso começa agora. Talvez você esteja animada sobre como usar os ingredientes certos para tornar-se uma menina piedosa, mas não tem certeza por onde começar.
Aqui está uma lista de 5 ótimos pontos de partida:
  1. Conheça o seu Salvador.
    Faça um cronograma e reserve um tempo especial a cada dia para estudar a Bíblia e falar com Deus. O livro de Provérbios é um ótimo lugar para começar, porque há um capítulo para cada dia do mês.
  2. Sirva sua família.Jesus foi o maior exemplo de um servo e Ele nos chama para nos tornarmos como Ele. Procure maneiras de servir seus pais e irmãos a cada dia.
  3. Encha sua mente com a verdade.A maioria dos principais meios de comunicação não promove a verdade bíblica. Escolha substituir suas escolhas de mídia secular por escolhas cristãs que honrem a Deus. A frase “você é o que você come” é realmente verdade em um sentido espiritual, quando se trata do que você coloca em sua mente.
  4. Leia livros desafiadores.Crie uma lista de livros e comprometa-se a ler várias páginas por dia de um livro cristão sólido. Para começar, há várias ótimas opções na página de recursos MulheresPiedosas.com.br
  5. Evite autopromoção.Vivemos em uma cultura que incentiva uma mentalidade do tipo “tudo sobre mim, selfie”. Evite o estilo de vida “selfie” e foque a sua atenção na construção de relações profundas e significativas com a sua família e amigos.
Como Donald Whitney diz: “Nós não vamos crescer muito em piedade, se não sabemos muito sobre o que significa ser piedoso.”
Aqui estão algumas perguntas de “verificações da realidade” para refletir:
Que ingredientes (filmes, música, livros, revistas, amizades, etc) que você está colocando em sua vida agora? Eles estão ajudando ou dificultando sua caminhada cristã? Em cinco anos, vai ser uma garota mais piedosa por causa do que você está fazendo em sua vida hoje, ou você vai lentamente derivar fora do caminho? Anote os cinco pontos acima em um pedaço de papel. Eu desafio você a aplicar essas cinco verdades à sua vida hoje.
Deixe-me saber seus pensamentos na seção de comentários abaixo! Eu adoro ouvir de você.
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Este post é uma tradução de um artigo de Kristen Clark publicado originalmente no Blog “Girl Defined”, traduzido e publicado com permissão.
* Kristen Clark tem 27 anos de idade e há 3 é casada com o amor da sua vida, Zack Clark, e não poderia estar mais feliz. Ela ama uma boa xícara de café e não se cansa de amêndoas cobertas com chocolate meio amargo. Ela é co-fundadora do Ministério GirlDefined com a sua irmã Bettany Baird e ama estudar o desígnio e propósito de Deus para as garotas.
**Tradução: Bruna Bugana
Publicado:Mulheres piedosas
Re-publicação: Voz Feminina na Reforma❤
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5 RAZÕES PORQUE ADOLESCENTES PRECISAM DE TEOLOGIA

Publicado por Teologia e Mulheres em 21/11/2016

O mundo pode ser realmente confuso para os adolescentes. Estamos nos aproximando de um cenário de mudança moral, onde os desafios mais urgentes e críticas mais altas da cultura estão sempre mudando e perpetuamente em conflito. Vemos escândalos e comentários, Trump e o terrorismo, nova ética sexual e tensões raciais duras, e nós queremos saber: como vamos pensar sobre tudo isso?
A sociedade secular joga suas próprias respostas em nosso caminho, mas elas nunca são compatíveis com uma cosmovisão cristã. Eu vejo uma ferramenta melhor para atender às questões dos adolescentes seguidores de Jesus como eu: teologia.

Por que teologia para adolescentes?

Tenho certeza que você sabe o que a teologia é. Mas às vezes as pessoas têm essas concepções variadas e experimentais do significados de um palavra que obscurece sua definição simples. Eu quero que você saiba que eu estou falando sobre a definição mais clara da teologia que existe: o estudo de Deus.
Como uma adolescentes seguidora de Jesus, eu acredito que estudar o caráter de Deus é o que os adolescentes precisam, a fim de enfrentarem nosso mundo terrivelmente complicado. É o que nos dará esperança duradoura para enfrentar o nosso futuro com um firme compromisso com a verdade de Deus.
Deixe-me explicar como a teologia responde às nossas maiores questões e satisfaz as nossas maiores necessidades. Claro, isso é apenas um breve começo, mas nos permite começar.

Estudar a justiça de Deus nos equipa para fazer o que é certo.

Na Palavra de Deus, descobrimos que Deus odeia o mal (Zech. 8: 16-17) e ama a verdade. Ele se preocupa com os oprimidos e marginalizados e valoriza toda a vida.
Conhecer esse caráter de Deus dá aos adolescentes o direcionamento para se preocuparem com a justiça também. Ele nos impulsiona a levantar-se pelos oprimidos e sem voz e falar contra a injustiça que vemos. Ele nos mostra a importância de se submeter as autoridades dadas por Deus – nossos pais, pastores, professores e o governo. E isso alimenta a nossa obediência à Palavra de Deus como o padrão último da justiça.

Estudar o amor de Deus nos dá fundamento para todos os nossos relacionamentos.

Deus ama o seu povo incondicionalmente (Ne 1:. 5; João 16:27). Ele não mostra favoritismo e seu amor nunca é egoísta. Também não pode ser parado ou esgotado, pois é não meritório e imerecido.
Conhecer esse caráter de Deus compele adolescentes a amar os outros por causa do amor de Deus por nós. Ele nos compele a amar aqueles que são mais difíceis de amar (em todo o caminho, desde o ISIS até os valentões na escola) enquanto continuamos odiando nosso próprio pecado. Ele nos obriga a lutar contra o racismo, o sexismo e qualquer outro ismo que mina o valor inerente de cada ser humano. Ele nos obriga a abraçar a compaixão e misericórdia.

Estudar a santidade de Deus revela quem somos e qual o nosso propósito.

Uma vez que ele é supremamente perfeito e totalmente definido para além de nós (2 Sm. 22:31), Deus odeia o pecado (Amós 6: 8). Compreender a beleza da sua santidade ajuda os adolescentes a entender o nosso próprio pecado e a necessidade de persistentemente guerrear contra ele. Isso nos dá uma perspectiva mais bíblica e realista do mundo. Leva-nos a arrepender-se do pecado em nossas próprias vidas e buscar a uma prestação de contas com os mais velhos e mais sábios. Isso demonstra para nós como perseguir ativamente a santidade – nas mídia sociais, na escola, no trabalho, com os pais, amigos e em todas as esferas da vida.

Estudar a soberania de Deus nos dá respostas em meio a confusão cultural.

Deus não é caótico, caprichoso, ou imprevisível; ele está no controle perfeito do universo (Atos 2:23). Conhecer esse atributo de Deus guarda adolescentes do crescimento desanimado no mundo. Quando a política parece sem esperança, terroristas atacam ou tiramos uma nota injusta, os adolescentes podem se contentar em nossas circunstâncias porque Deus reina. Quando perguntamos “Por que isso está acontecendo comigo?” Ou “Será que Deus sequer se preocupam com a minha vida?” Sua soberania é a nossa resposta. C. S. Lewis explicou bem este ponto:
“Eu sei agora, Senhor, porque você não profere nenhuma resposta. Tu mesmo é a resposta. Diante do teu rosto perguntas desaparecem. Que outra resposta seria suficiente?”

Estudar a bondade de Deus nos dá conforto em nossa dor.

Deus não é mesquinho. Ele não é um estraga prazeres brincando com nossas vidas como um jogo de tabuleiro cruel (Marcos 10:18). Ele é completamente bom, infalivelmente amável e sempre fazendo o que é certo e melhor para nós.
Conhecer esse caráter de Deus dá aos adolescentes uma base sólida de fé em meio ao sofrimento. Os adolescentes podem ter paz sobre nossos futuros desconhecidos. Podemos ter certeza da nossa salvação e combater as pressões da dúvida. Podemos confiar em Deus nas dificuldades cotidianas, problemas e fracassos da vida com a certeza inabalável de sua bondade.

Ensina-nos o que precisamos.

Eu tenho 18 anos. Estudei e fui ensinada teologia toda a minha vida. Ela me deu muitas coisas: um relacionamento mais rico com Deus; uma relação mais forte e mais submissa com os meus pais; uma relação mais exigente com os meus amigos; uma abordagem mais edificante aos meios de comunicação social; um desejo zeloso fazer o meu melhor na escola; uma cosmovisão bíblica; uma visão maior para o meu futuro; e uma paixão maior para seguir a Deus independente de qualquer coisa.
Eu quero essa vida para cada adolescente, e eu acho que você também. Assim, pais, pastores, líderes de jovens, membros da igreja, por favor, nos ensinem teologia. Mais do que tudo, precisamos conhecer a Deus. Ele é a resposta para nossas perguntas, a solução para os nossos problemas e o único digno de nossa adoração e confiança.
Nós precisamos dele, o que significa que precisamos ser ensinados sobre ele. O que significa que precisamos de teologia.


Jaquelle Crowe
Post Original: 5 Reasons Why Teenagers Need Theology
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DEFININDO IGREJA E DESIGREJADO

Publicado por Teologia e Mulheres em 08/11/2016


Quando eu uso o termo “desigrejado,” estou me referindo àquela pessoa que se professa crente em Jesus Cristo mas que não tem qualquer relacionamento sério com uma comunidade cristã que contenha o mínimo necessário para ser considerada uma igreja.
E quando eu uso o termo “igreja,” como acabei de fazer no parágrafo anterior, não estou me referindo ao templo ou construção que leva este nome. Não uso a palavra “igreja” aqui no mesmo sentido de “templo” no Antigo Testamento, que se referia à construção feita por Salomão. Quando eu digo “igreja” me refiro a um ajuntamento de cristãos que se reúnem regularmente para comunhão e outras atividades que definem aquilo que o Novo Testamento chama de “igreja”.
Portanto, quando eu digo “desigrejado,” não estou me referindo necessária e exclusivamente a uma pessoa que parou de ir a um templo evangélico aos domingos, mas a uma pessoa que parou de congregar-se com outros cristãos, quer seja em templos evangélicos, nas casas, ou em qualquer outro lugar, para fazer aquilo que é próprio de uma igreja conforme o Novo Testamento nos ensina.

“Igreja”, conforme o Novo Testamento nos ensina, é uma comunhão de pessoas que professam a mesma fé em Jesus Cristo. Estes irmãos se reúnem e desenvolvem atividades que identificam o grupo (grande ou pequeno, em casas ou templos, com denominação ou sem denominação) como uma expressão visível da Igreja de Cristo, o seu corpo, a sua noiva, Igreja esta invisível, una e universal.

Estas atividades que caracterizam uma "igreja" local são: estudo da Palavra de Deus, realização do batismo e da Ceia e o exercício da disciplina espiritual entre si. Além destas atividades, uma “igreja” – não no sentido de templo, prédio, construção ou denominação – tem líderes espirituais que a governam, e que são escolhidos de entre os irmãos. Consideremos o embasamento bíblico em seguida.

1) Quando não havia ainda nem templos e nem denominações Jesus instituiu a sua igreja sobre a declaração de Pedro, que ele era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.15-19). Todavia, fica praticamente impossível nos mantermos sobre a rocha, Cristo, e sobre a tradição dos apóstolos registrada nas Escrituras, sem participarmos de um grupo, comunidade, comunhão, denominacional ou não, onde somos ensinados, corrigidos, admoestados, advertidos, confirmados na verdade apostólica registrada nas Escrituras, e onde os que se desviam desta verdade são rejeitados.

2) Também muito antes de aparecerem as denominações e os templos cristãos, Jesus estabeleceu o que chamamos de disciplina bíblica, quando ensinou aos seus discípulos de que maneira deveriam proceder no caso de um irmão que caiu em pecado (Mt 18.15-20). Após repetidas advertências em particular, o irmão faltoso, porém endurecido, deveria ser excluído da “igreja” – pois é, Jesus usou o termo – e não deveria mais ser tratado como parte dela (Mt 18.17). Um bom exemplo disto é a exclusão do “irmão” imoral da igreja de Corinto (1Co 5).

3) Jesus também determinou que seus seguidores fizessem discípulos em todo o mundo, e que os batizassem e ensinassem a eles tudo o que ele havia mandado (Mt 28.19-20). Os discípulos entenderam isto muito bem. Eles organizaram os convertidos em igrejas, os quais eram batizados e instruídos no ensino apostólico, que já começava a ser cometido à forma escrita. Eles estabeleceram líderes espirituais sobre estas igrejas, que eram responsáveis por instruir os convertidos, advertir os faltosos e cuidar dos necessitados (At 6.1-6; At 14.23). Definiram claramente o perfil destes líderes e suas funções, que iam desde o governo espiritual das comunidades até a oração pelos enfermos (1Tm 31-13; Tt 1.5-9; Tg 5.14).

4) Ainda no período apostólico já encontramos sinais de que as igrejas haviam se organizado e estruturado, tendo presbíteros, diáconos, mestres e guias, uma ordem de viúvas e ainda presbitérios (1Tm 3.1; 5.17,19; Tt 1.5; Fp 1.1; 1Tm 3.8,12; 1Tm 5.9; 1Tm 4.14). E tudo isto poucos anos depois de Pentecostes e muitos anos antes de aparecer a igreja institucionalizada e as denominações.

5) Jesus também mandou que seus discípulos se reunissem regularmente para comer o pão e beber o vinho em memória dele (Lc 22.14-20). Os apóstolos seguiram a ordem, e reuniam-se regularmente para celebrar a Ceia (At 2.42; 20.7; 1Co 10.16). Todavia, dada à natureza da Ceia, cedo introduziram normas para a participação nela, como fica evidente no caso da igreja de Corinto (1Co 11.23-34).

Para mim, a Igreja de Cristo é muito maior que uma denominação – inclusive a minha. As igrejas denominacionais instituídas e organizadas não são a única expressão válida da Igreja de Cristo. Onde houver um grupo de cristãos que fazem estas coisas prescritas por Jesus e pelos apóstolos (itens 1 a 5 acima), ali está a igreja, ainda que imperfeita.

“Desigrejado,” para mim, é quem diz ser cristão não quer participar de nenhuma destas opções, não quer ser ensinado, corrigido e nem servir e abençoar os demais. Resta a questão se um “desigrejado,” assim definido, pode, de fato, se considerar um cristão verdadeiro. Calo-me aqui.

Por: Augutus Nicodemus Lopes

Artigo: Blog Voz Feminina na Reforma.
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Os Calvinista estão chegando

Publicado por Teologia e Mulheres em 02/11/2016

"Os Calvinistas Estão Chegando" Augustus Nicodemus Lopes
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O crescimento do interesse pela fé reformada em todo o mundo é um fato que tem sido notado aqui e ali pelos estudiosos de religião. Crescem em toda a parte a publicação de literatura reformada, o ingresso de estudantes em seminários e instituições reformadas, a realização de eventos, o surgimento de novas igrejas e instituições de ensino reformadas e o número de pessoas que se dizem reformadas.


Como se trata de um rótulo, é preciso definir “reformado.” Como já temos dito em outros posts neste blog, por “reformado” entendemos aquele que adere a uma das grandes confissões reformadas produzidas logo após a Reforma protestante no século XVI, aos cinco grandes pontos dessa Reforma, que são Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fides, Solus Christus e Soli Deo Gloria e aos chamados Cinco Pontos do Calvinismo, resumidos no acrônimo TULIP (Depravação total, Eleição incondicional, Expiação limitada, Graça irresistível e Perseverança final). Muito embora alguns não gostem do nome, quem adere a tudo isso acima não deixa ser um calvinista.
Como bem me lembrou Mauro Meister quando eu escrevia esse post, existe um grande número de igrejas que são da "tradição reformada" mas que já não crêem de maneira ortodoxa quanto a estas doutrinas. Geralmente essas igrejas não estão experimentando esse crescimento, mas um esvaziamento, como a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos e outras denominações historicamente ligadas à Reforma, mas que já não professam de forma estrita seus postulados.
Da Coréia, China, Indonésia, por exemplo, chegam relatórios do florescimento calvinista. É claro que o calvinismo acaba recebendo diferentes interpretações e expressões em tantas culturas variadas, mas os pontos centrais estão lá.


Isso não quer dizer que os reformados calvinistas são muito numerosos, comparados com pentecostais e arminianos, por exemplo. O que eu quero dizer é que os relativamente poucos reformados calvinistas têm experimentado um crescimento que já chama a atenção de muitas denominações e tem provocado alertas da parte de seus líderes.
Vejam o que está ocorrendo na maior denominação evangélica dos Estados Unidos, os Batistas do Sul. A prestigiosa revista evangélica Christianity Today trouxe um artigo em que documenta a reintrodução do calvinismo através dos seminários nessa denominação. O ressurgimento do calvinismo entre os Batistas do Sul é mais antigo, leia aqui. Considerados de orientação arminiana de longa data (apesar de alguns documentos fundantes serem calvinistas), os Batistas do Sul estão vendo o calvinismo sendo transmitido nos seminários, não tanto por professores, mas pelos próprios alunos. Alarmada, a Convenção Batista de Oklahoma oficialmente rejeitou a teologia reformada e mandou cópia da condenação para a Comissão Executiva da Convenção Batista do Sul.
De acordo com o artigo da Christianity Today, 10% dos pastores da Convenção já se declaram calvinistas e perto de 30% dos concluintes dos seminários fazem a mesma afirmação. A continuar nesse ritmo, em breve teremos um grande reavivamento calvinista no coração da maior denominação arminiana conservadora dos Estados Unidos. Veja aqui a história de como a doutrina da predestinação chegou a dois seminários arminianos.


A ressurgência calvinista nos Estados Unidos não está ocorrendo somente entre os Batistas, mas entre muitas outras denominações. Leia aqui um artigo da Christianity Today sobre o assunto. Um dos motores é o ministério de pastores reformados populares, como John Piper, R. C. Sproul, Mark Driscoll, J. C. Mahaney, Paul Washer e John MacArthur, entre outros. Os eventos promovidos por eles recebem milhares de pastores de todas as denominações e seus livros são traduzidos em dezenas de línguas, inclusive em português. No Brasil temos quase todos os títulos destes autores.
Em menor escala, estamos assistindo ao mesmo processo em meio aos batistas brasileiros. Cresce o número de batistas interessados na teologia reformada. Recentemente assistimos à formação da Comunhão Batista Reformada, composta de batistas calvinistas que não conseguiam mais espaço em suas convenções para expressarem as suas opiniões.


Mas, o interesse maior na fé reformada no Brasil parece ser da parte dos pentecostais. Cresce a presença de pastores e líderes pentecostais nos grandes eventos reformados no Brasil. Cresce também o número de pentecostais que estão adquirindo literatura reformada. E cresce o número de igrejas pentecostais independentes que estão nascendo já com uma teologia influenciada pelo calvinismo. Algumas denominações pentecostais também vêm recebendo a influência calvinista a passos largos. Tenho tido o privilégio de pregar e ministrar palestras em eventos de grande proporção organizados por instituições pentecostais interessadas em explorar os grandes temas reformados.
O ministério de editoras que publicam material reformado, como a Editora Cultura Cristã, a Fiel e a Publicações Evangélicas Selecionadas, por exemplo, tem servido para colocar as obras de reformados brasileiros e internacionais nas mãos dos evangélicos brasileiros ávidos por uma teologia consistente, e cansados dos excessos do neopentecostalismo e da aridez do liberalismo teológico.


Não tenho uma explicação definitiva para esse fenômeno do retorno da TULIP, a não ser a de que a providência divina assim o deseja. No mínimo, é curioso que uma fé tão perseguida e odiada como o calvinismo, de repente, passe a ter tanta aceitação. Não há ninguém na história da Igreja tão mal entendido, distorcido, vilipendiado, odiado e amaldiçoado quanto João Calvino. Chamado de tirano, déspota, incendiário de hereges, frio, duro, determinista, criador do capitalismo selvagem, Calvino tem sofrido mil mortes nas mãos de seus detratores, os quais, na maioria das vezes, nunca leram sequer uma de suas obras, e que formaram sua opinião lendo obras de terceiros.
Somente espero que, à medida que o movimento cresça no Brasil, os reformados aprendam a reter o que é essencial e bíblico na Reforma, sem tornar em matéria de fé aquilo que pertenceu a séculos passados em outras culturas, como, infelizmente, já tem acontecido no Brasil com alguns grupos. Que eles lembrem que a fé bíblica, que é a fé da Reforma, também pode se expressar dentro da rica e variada cultura brasileira.


Fonte: [ O Tempora, O Mores! ]




Por: Augustus Nicodemus 
Blog: O tempora, o Motes!

Republicação blog: Voz Feminina na Reforma.
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Quando você acha que o feminismo não está afetando você

Publicado por Teologia e Mulheres em 25/10/2016

“Eu sei por que ela pensa assim”, ela zombou. “Ela é uma feminista.”
Eu ouvi por alto um grupo de mulheres falando sobre um artigo recente que encoraja as mulheres a abraçar o feminismo e sua influência, e todas elas concordaram – o feminismo foi ruim para as mulheres e não é uma palavra bem-vinda em seu vocabulário. Essas mulheres são piedosas e envolvidas em suas igrejas. Elas amam a Palavra de Deus e as verdades do Seu design para as mulheres. Mas seu desdém para com os leigos era evidente.
Feminismo em alguns dos nossos círculos provou ser um palavrão, não é?
Em parte, é porque se deliciar com o design de Deus para nós como mulheres não é uma ideia popular em nossa cultura atual. Onde quer que olhemos, o mundo que nos rodeia está nos dizendo para rejeitar o ensino da Bíblia na nossa feminilidade. Para aquelas de nós que estão dispostas a nadar contra a maré do pós-modernismo e feminismo, nosso radar está sempre sintonizado com as ideologias dominantes da atualidade. Somos rápidas para denunciar qualquer coisa contrária ao Seu design, e às vezes, sem saber, achamos que nós temos sucesso em toda esta coisa de feminilidade bíblica.
Vemos uma mulher que está vivendo de forma diferente da gente e esnobamos ela. Pensamos que a sua falsa ideologia, ou seja, o feminismo, não pode ser encontrada em nossas vidas.
Talvez seja verdade que o feminismo já não tem uma imposição sobre você. Louve a Deus por isso. Mas no meu novo livro, The Accidental Feminist (A feminista acidental), procuro mostrar como o feminismo tem impactado todas nós, independentemente se vemos ou não. E mesmo para aquelas que estão um pouco mais à frente na compreensão destas coisas do que outras, nenhuma de nós tem espaço para vanglória.
Como vemos os nossos maridos
Talvez você seja casada e ache que não é uma feminista. Você alegremente submete-se a seu marido. Você o ama. Você o serve. Você gosta de estar casada, e talvez você tenha até se casado jovem (rejeitando ainda mais a mentira do feminismo de que você precisa se encontrar antes de encontrar um marido).
Mas como você fala sobre o seu marido quando ele te magoa? Como você fala sobre os homens em geral? Quando seu marido não sabe como mexer na torradeira ou deixa as meias no chão, você brincando diz que isso é porque ele “é um homem.” Se ao menos ele fosse uma mulher, a vida seria muito mais fácil.
Uma das maneiras sutis que o feminismo nos influencia, mesmo as mais conservadoras entre nós, é que temos tratado os homens como inúteis e estúpidos, porque não são mulheres. Você pode respeitá-lo em palavras e atos, mas você o respeita em seu coração, especialmente quando as diferenças mais óbvias entre os sexos são exibidas em seu casamento?
Como vemos nossas crianças
Ou talvez você seja mãe. É o que você sempre sonhou. Você vê as mulheres escolherem a carreira em detrimento das crianças e internamente você as coloca em uma categoria de mulheres que não chegaram aonde você chegou. Você assiste as crianças do seu vizinho irem para a creche todos os dias e pensa como seus filhos são afortunados por estarem em casa com você, não sendo cuidados por outra pessoa.
Mas em seus dias maternais mais difíceis, aqueles em que a manteiga de amendoim acaba no cabelo antes das 9hrs e seus filhos mais velhos não param de brigar, você secretamente se ressente da vida que lhe foi dada? Você julga a mulher com uma vida diferente da sua só ao olhar saudosamente para a vida dela a partir das quatro paredes do seu pequeno caos abençoado?
Talvez você não esteja lá fora defendendo o feminismo numa praça pública ou vestindo uma camisa “eu sou feminista.” Você ama seu marido e filhos. Você abraça o desígnio de Deus para você. Mas a luta contra o nosso próprio egoísmo e desejo de autonomia pessoal não vai embora quando nos casamos ou com o nascimento de um bebê.
A esperança para todos nós não é encontrada em nossa adesão externa aos mandamentos de Deus. É encontrada na cruz de Jesus Cristo. Nós só somos capazes de viver como mulheres piedosas, em cada época e cada contexto, porque Jesus, o Deus-homem, viveu perfeitamente para nós. Como nós confiamos nele, dependemos Dele, e o temos como tesouro acima de tudo, nos são dadas as ferramentas que precisamos para obedece-Lo. Você se delicia com o bom design de Deus para você como mulher não por causa dos seus próprios méritos, mas por causa dos méritos de outro. Isto é tão libertador, não é?
Isso significa que quando você falha, você tem um advogado diante do Pai e do Espírito Santo para dar-lhe esperança para o arrependimento e restauração. Isso significa que quando você vive corretamente, você tem meios de adoração, sabendo que as boas obras que você faz são uma disposição graciosa de nosso competente Salvador.
Se Deus lhe deu olhos para entender a Sua Palavra e abraçar seu design para você como uma mulher, louve-O por isso. Isso é um dom precioso! Mas quando você vê uma mulher que ainda precisa enxergar o que Deus tão graciosamente te ajudou a ver, lembre-se destas palavras:

“Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?”
1 Coríntios 4:7

É tudo pela graça, irmã. Tudo pela graça.
Este post é uma tradução de um artigo de Courtney Reissig, publicado originalmente no blog True Woman, traduzido e publicado primeiramente no blog Bons Costumes com permissão da autora. O artigo original pode ser encontrado no link: When You Think Feminism Isn’t Affecting You
Courtney é uma esposa de pastor, mãe, escritora freelance e blogger. Ela nasceu na Califórnia, cresceu no Texas, e teve 2 trabalhos em Michigan antes de finalmente se formar na Northwestern College (MN), com uma licenciatura em Inglês. Depois de fazer um estudo de pós-graduação no Seminário Teológico Batista do Sul, ela conheceu seu marido, se apaixonou, e agora vive em Little Rock, AR, com seus filhos gêmeos. Eles se mudaram para Arkansas para ajudar a plantar a Igreja Midtown Baptist, onde seu marido serve como um dos pastores.
Publicação blog: Incoformados  e Voz Feminina na Reforma



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O que é teologia sistemática e por que ela é importante?

Publicado por Teologia e Mulheres

Uma importante parte da minha tarefa como professor de teologia sistemática para alunos da Reformation Bible College, familiarizá-los com a gramática das nossas conversas teológicas. Sou chamado a apresentá-los não apenas às questões com as quais teólogos têm dificuldade, mas à linguagem que eles usam quando batalham para entender essas questões. No mundo evangélico mais amplo, temos dificuldade o suficiente para fazer as pessoas se interessarem por qualquer estudo de teologia, quanto mais adicionando esse adjetivo um tanto bizarro: sistemática. A expressão é tão estranha à nossa gramática quanto o conceito é estranho à nossa cultura. Todos nós, profissionais e leigos, precisamos aprender os abecês da teologia sistemática.

Teologia Sistemática é um Estudo Ordenado da Bíblia

Nós começamos com a seguinte premissa básica: teologia sistemática é teologia que é sistemática. É menos narrativa, menos história, menos orgânica, todos os termos-chave da nossa era pós-moderna. É o estudo das coisas de Deus de uma maneira sistemática e ordenada, onde não apenas consideramos o que esse e aquele texto dizem, mas onde consideramos tudo o que a Palavra diz sorbe a revelação, depois tudo o que a Palavra nos diz sobre quem Deus é, depois tudo o que a Palavra nos diz sobre quem Jesus é, e depois tudo o que ele fez por nós. Depois, a teologia sistemática prossegue para considerar a doutrina do homem, do pecado, da santificação, dos sacramentos, da igreja e do fim dos tempos.  Teologia sistemática é uma maneira de olhar para a revelação de Deus que fortemente afirma a coerência e consistência de tudo o que Deus revela. É uma tentativa de colocar todos os textos em seu contexto último — todos os outros textos.

Entender Teologia nos Mantém Mais Seguros

Sua importância é dupla. Primeiro, ela nos mantém mais seguros. Por ser a Bíblia verdadeira em tudo o que ela ensina, por ela ser um livro, uma maneira pela qual podemos saber se estamos entendendo incorretamente parte dela é analisando se o nosso entendimento contradiz o entendimento de outra parte dela. A sistemática é como a polícia da verdade, nos parando na estrada quando as nossas conjecturas nos levam em direção ao perigo. É a cerca que impede que as ovelhas vaguem por aí.

Entender Teologia nos Ajuda a nos Alegrarmos na Glória de Deus

A segunda razão pela qual a sistemática é importante é frequentemente negligenciada mesmo por aqueles que amam teologia sistemática. Quando feita devidamente, a teologia sistemática tem a capacidade de abrir os nossos corações e mentes para que possamos ver mais plenamente e nos alegrarmos mais profundamente na glória de Deus. Quando estamos mais interessados na engenhosidade do nosso sistema do que na glória do Theos, estamos fazendo errado. Em outras palavras, a santidade de Deus é uma boa coisa a se estudar. Mas se o nosso estudo termina com uma orgulhosa postura intelectual, se saímos do estudo nos achando muito inteligentes, nós fizemos um péssimo estudo. Enquanto o resto do mundo evangélico parece estar sujeito e determinado a buscar zelo sem conhecimento, temo que nós tenhamos aprendido a ser céticos quanto ao zelo ao invés da ignorância. A resposta ao zelo sem conhecimento nunca é conhecimento sem zelo, mas zelo inspirado, orientado e informado pelo conhecimento.
Estudar a santidade deve levar ao arrependimento. Estudar a salvação deve levar à gratidão. Estudar o fim dos tempos deve levar à esperança.  Precisamos estudar para nos aperfeiçoarmos, isto é, para que produzamos o fruto do Espírito. A sistemática não é um esforço árido, mas em vez disso deve ser um fertilizante para o fruto do Espírito. Conhecer a Deus é vida. Estudá-lo, portanto, é saúde.
Por: R.C. Sproul Jr.; Original: What is systematic theology & why is it important?.
Tradução: Alan Cristie; Original: O que é teologia sistemática e por que ela é importante?. copyright 
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